A Unidade Regional de Ensino promoveu uma formação técnica voltada ao fortalecimento do Grêmio Estudantil, reunindo representantes das unidades escolares para orientar o planejamento das eleições da entidade no próximo ano letivo e reforçar o papel da gestão escolar no incentivo à participação estudantil.
Durante o encontro, foram apresentadas as diretrizes para a organização do processo eleitoral, com orientações sobre o cronograma, os procedimentos e as boas práticas que garantem uma eleição democrática, transparente e participativa. O objetivo é assegurar que todas as escolas conduzam o processo de forma organizada, estimulando o protagonismo dos estudantes e o exercício da cidadania.
A formação também foi direcionada aos vice-diretores, que receberam orientações sobre suas atribuições no acompanhamento e fortalecimento do Grêmio Estudantil. Foram discutidas estratégias para apoiar a atuação dos estudantes, incentivar o diálogo entre a comunidade escolar e promover ações que contribuam para uma gestão mais participativa.
Ao longo da programação, destacou-se a importância do Grêmio Estudantil como espaço de representação dos alunos, capaz de desenvolver competências como liderança, responsabilidade, autonomia, trabalho em equipe e participação social. A entidade desempenha um papel fundamental na construção de um ambiente escolar mais democrático, fortalecendo a comunicação entre estudantes, professores e equipe gestora.
A iniciativa reafirma o compromisso da Unidade Regional de Ensino com a valorização da participação estudantil e da gestão democrática, preparando as escolas para a realização do processo eleitoral e incentivando o desenvolvimento de lideranças jovens comprometidas com a construção de uma educação pública cada vez mais inclusiva, participativa e cidadã.
As escolas da Rede Estadual iniciam organização das eleições do Grêmio Estudantil Paulista

As escolas da Rede Estadual de Ensino iniciam, no segundo semestre letivo, a organização do processo eleitoral do Grêmio Estudantil Paulista, conforme estabelece o Estatuto Padrão do Grêmio Estudantil e as orientações vigentes da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP). As eleições têm como objetivo fortalecer a gestão democrática, ampliar a participação estudantil e incentivar o protagonismo juvenil no ambiente escolar.
O processo eleitoral compreende uma série de etapas que garantem transparência, organização e ampla participação dos estudantes. Entre elas estão a sensibilização da comunidade escolar, a realização da Assembleia Geral de Estudantes, a formação da Comissão Eleitoral, a inscrição de candidatos, a divulgação das propostas, a votação, a apuração dos votos, a homologação do resultado e a cerimônia de posse da nova coordenação gremista. Todas as fases devem ser registradas em ata e seguir o calendário oficial da Seduc-SP.
De acordo com o Estatuto Padrão, a partir do segundo ano de sua implementação, as eleições devem ocorrer preferencialmente no segundo semestre do ano letivo, respeitando o calendário oficial da Secretaria da Educação. Os estudantes eleitos exercerão mandato de dois anos, assumindo oficialmente suas funções no início do ano letivo seguinte, após a cerimônia de posse e a regularização dos registros no sistema da Secretaria.
O Grêmio Estudantil é reconhecido como um importante espaço de representação dos estudantes, promovendo o diálogo entre alunos, equipe gestora e comunidade escolar. Além de incentivar a participação nas decisões da escola, contribui para o desenvolvimento da liderança, da responsabilidade, da cidadania, do trabalho em equipe e da elaboração de projetos que atendam às necessidades da comunidade escolar.
A participação dos vice-diretores e demais membros da equipe gestora é fundamental durante todo o processo. Cabe à gestão orientar, acompanhar e garantir que as etapas sejam realizadas conforme a legislação vigente, além de efetuar os registros oficiais necessários para a regularização do Grêmio Estudantil no sistema da Secretaria da Educação.
Com a realização das eleições, as escolas reafirmam seu compromisso com a formação cidadã dos estudantes, fortalecendo a gestão democrática e incentivando a construção de uma escola cada vez mais participativa, inclusiva e comprometida com o protagonismo juvenil.
Redação de aluna da EE Ryoiti Yassuda trata sobre a violência nas escolas

Durante a Semana da Não Violência, realizada na EE Ryoiti Yassuda, uma redação produzida pela estudante Kélita Franchim Veloso Dias, da 3ª Série A, destacou-se pela qualidade argumentativa e pela abordagem crítica sobre o tema “Violência nas Escolas”.
A atividade integrou uma série de ações pedagógicas voltadas à promoção da cultura de paz, do respeito e do diálogo no ambiente escolar. Inspirados no modelo de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os estudantes foram convidados a refletir sobre desafios contemporâneos que afetam a convivência nas escolas, como bullying, cyberbullying, violência simbólica e intolerância.
No texto, Kélita analisa os impactos da violência física, emocional e psicológica no ambiente escolar, relacionando o tema a questões sociais, familiares e ao uso das tecnologias digitais. A estudante também apresenta propostas de intervenção voltadas ao fortalecimento da educação socioemocional, do diálogo e do acompanhamento dos jovens por parte da escola, das famílias e da sociedade.
A redação recebeu destaque por demonstrar domínio da escrita, pensamento crítico e capacidade de argumentação, competências essenciais para a formação cidadã e para o desenvolvimento acadêmico dos estudantes. A professora Loris Frasinelli, responsável pela orientação da atividade, ressaltou a importância de incentivar a produção textual como instrumento de reflexão e transformação social. Segundo ela, a escrita possibilita que os jovens desenvolvam consciência crítica e expressem suas ideias de forma fundamentada sobre temas relevantes para a sociedade.
Para a equipe gestora da EE Ryoiti Yassuda, o reconhecimento do trabalho reforça o compromisso da escola com uma educação de qualidade, pautada na formação integral dos estudantes e na construção de um ambiente acolhedor, seguro e respeitoso para todos.
Redação vencedora — tema: Violência nas Escolas
Autora: Kélita Franchim Veloso Dias – 3ª Série A
Escola Estadual Ryoiti Yassuda
O espaço escolar, historicamente criado para a disseminação de conhecimentos, educação e respeito, enfrenta atualmente o desafio para conter a propagação da violência física, emocional e psicológica em seu meio. Segundo as ideias de Pierre Bourdieu, a violência simbólica é uma forma de opressão que não usa da força física, mas sim a imposição de ideias, preconceitos e exclusões naturalizadas pela sociedade. Nesse cenário, é imprescindível discutir a falta de educação socioemocional por parte das instituições de ensino e familiares, aliada à influência das mídias sociais, que intensificam a violência, o bullying e o cyberbullying nas escolas.
Sob esse prisma, a falta de estrutura e preparação para a mediação de conflitos interpessoais se tornou um catalisador para tal problemática, inviabilizando a cultura do diálogo saudável e do respeito às características individuais de cada estudante. Ademais, a participação ativa dos familiares na educação e formação cidadã dos jovens também é um fator que influencia em seu comportamento, moldando boas condutas ou comportamentos agressivos. Portanto, a falta de suporte emocional adequado, seja por parte das instituições ou por parte das famílias, favorece o crescimento da violência nas escolas, exigindo medidas como a educação socioemocional ser inegociável no país.
Além disso, devido à globalização acelerada em todos os países, a tecnologia também se tornou uma ferramenta para que o crescimento de ódio não verbal agravasse o problema como um todo. A expansão descontrolada dessas mesmas tecnologias trouxe desafios como a propagação de discursos ofensivos, comentários agressivos e cyberbullying, muitas vezes tratados como brincadeiras. Esse tipo de violência silenciosa afeta profundamente a saúde mental das vítimas e influencia o comportamento dos estudantes para o ambiente virtual. Sob essa ótica, a internet acabou funcionando como um espaço de reprodução da intolerância, dificultando a consolidação do pacifismo nas escolas.
Portanto, é necessário combater os desafios da cultura da não violência, seja ela simbólica ou não. Para isso, o Ministério da Educação deve promover projetos de educação socioemocional, palestras e acompanhamento psicológico, a fim de ensinar os estudantes a lidarem com situações de conflito. Ademais, as famílias também devem incentivar o diálogo e acompanhar o comportamento dos jovens no ambiente virtual, enquanto as plataformas digitais precisam reforçar medidas de combate ao discurso de ódio. Assim, será possível construir escolas mais seguras, acolhedoras e livres de violência.
Unidade Escolar Yonne César Guaycuru de Oliveira realiza Dia C da Convivência sobre combate ao álcool
A unidade Escolar Yonne César Guaycuru de Oliveira realizou o Dia C da Convivência, abordando o tema: Combate ao uso e abuso de álcool por crianças e adolescentes.
Foram convidados a participar os responsáveis pelos alunos a fim de tratarmos de um assunto tão importante e que atinge tantos jovens e suas famílias.
A ação é uma iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, coordenada pelo Conviva e desenvolvida pelos Gestores e Professores Orientadores de Convivência (POCs) de todo Estado.
A POC da Unidade Escolar, Adriana Oliveira, organizou o evento, tendo a satisfação de receber três representantes da irmandade Alcoólicos Anônimos, que falaram, através de uma conversa direta, sobre todos os pontos relacionados ao alcoolismo. Deram testemunhos de sua experiência enquanto indivíduos que estão em recuperação e que sempre estarão. Contaram suas mazelas enfrentadas enquanto estavam no vício e exaltaram o valor do apoio que receberam da irmandade.
Os relatos foram emocionantes, pois os alunos puderam ouvir de uma senhora de mais de 80 anos, sua história no vício e a alegria de poder vencê-lo. Os alunos ouviram e foram ouvidos, expondo suas curiosidades acerca do tema.
Foi uma rica oportunidade de troca de experiência e um alerta de que todos têm sua liberdade de escolha, mas que o vício nunca será uma boa alternativa.








