
A presidente da APL Rhosana Dalle, a jornalista Cintia Martins Camargo e a bibliotecária Carmen Pamplin
A quarta edição da Feira Literária de Pindamonhangaba (Flipinda), realizada entre os dias 13 e 15 de agosto, começou com uma dose generosa de afeto, bem-estar e, acima de tudo, muita leitura. Na abertura do evento, o projeto Cura Literária transformou a biblioterapia em um destaque, provando que os livros podem ser o melhor remédio para os dias corridos e as dores da alma.
Com uma proposta lúdica e inovadora que simulava uma farmácia poética, o carrinho chamou a atenção de quem circulou na abertura da feira. A iniciativa do Jornal Tribuna do Norte em parceria com a bibliotecária Carmen Pamplin apresentou pequenas pílulas literárias sob a forma de citações divididas em seis categorias de remédios, pensadas especialmente para cada estado de espírito.
Mas a experiência foi muito além das palavras impressas: o público também pôde desfrutar de momentos de relaxamento com escalda-pés e bules literários, onde cada detalhe da vivência funcionava como uma prescrição carinhosa de obras e frases estimulantes da leitura.
“A troca de sorrisos, conversas profundas e a entrega de ‘receitas’ literárias personalizadas criaram um ambiente de acolhimento único. Esse contato é muito importante”, disse a bibliotecária Carmen Pamplin.
Para a equipe do projeto, a estreia na Flipinda superou todas as expectativas. “Ver leitores saindo engajados, tocados e com novos horizontes de leitura reforçou o propósito maior da iniciativa: mostrar que a literatura não é apenas arte, mas um remédio essencial, transformador e acessível para o cotidiano”, enfatizou a jornalista Cintia Martins Camargo.








