
Iniciativa da Secretaria de Educação, em parceria com a Secretaria da Mulher, Família e Direitos Humanos, integrou a programação do Agosto Lilás e abordou respeito nas relações cotidianas, prevenção à violência e valorização das diferenças.
A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio da Secretaria de Educação, realizou entre os dias 10 e 14 de agosto uma série de ações socioeducativas e Círculos de Cuidado nas escolas da Rede Municipal, por meio do projeto “Escolas pelo Respeito – Fortalecendo Vínculos, Direitos e a Cultura de Paz”.
As atividades foram realizadas em parceria com a Secretaria da Mulher, Família e Direitos Humanos, em alusão à campanha Agosto Lilás.
Com o tema central “Respeito nas relações cotidianas”, a iniciativa buscou promover reflexões junto à comunidade escolar sobre a importância do respeito, especialmente no ambiente escolar.
Entre os assuntos abordados estiveram o fortalecimento da relação entre família e escola e a prevenção de situações como bullying, racismo, preconceito, exclusão social, violência contra a mulher e conflitos escolares.
Ao todo, nove unidades escolares participaram das atividades, realizadas nos períodos da manhã e da tarde e destinadas a pais e alunos.
As ações incluíram palestras e Círculos de Cuidado, além do envio de cartazes, folders e uma minicartilha com orientações aos professores para a realização de rodas de conversa com os estudantes ao longo da semana.
As atividades também propuseram uma reflexão sobre situações de preconceito, exclusão e desrespeito que atingem grupos considerados mais vulneráveis, incluindo crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência, além da violência contra a mulher e seus impactos na saúde mental.
Respeito começa no cotidiano
O material desenvolvido pelo projeto destaca que respeitar significa ter consideração, valor e apreço pela vida, pelos sentimentos, pelos limites e pelas diferenças de outras pessoas.
Na escola, esse aprendizado passa pelo exemplo dos adultos, pela aceitação das diferenças, pelo diálogo, pela resolução de conflitos sem violência e pelo cuidado com as palavras utilizadas nas relações cotidianas.
Outro ponto trabalhado é a necessidade de questionar rótulos e estereótipos que podem limitar escolhas, reforçar desigualdades e gerar discriminação.
A proposta é estimular crianças e adolescentes a compreender que as diferenças fazem parte da sociedade e devem ser respeitadas e valorizadas.
A ação também dialoga com os 20 anos da Lei Maria da Penha, celebrados em 2026, reforçando a importância de abordar nas escolas temas como respeito e igualdade entre homens e mulheres e a prevenção da violência contra a mulher.








