
Colaboração Gisele Godoi
Falar sobre saúde mental é cada vez mais necessário. E foi justamente para colocar esse assunto em pauta de uma maneira leve, próxima e sem complicação que o Podcast ‘Fala Mulher’ recebeu a psicóloga Thais Arese Vilela para um bate-papo cheio de informação e boas reflexões.
Formada em Psicologia pela Universidade de Taubaté (Unitau), Thais tem uma trajetória profissional marcada por diferentes experiências na área da saúde. Ela possui pós-graduação em Psicologia Hospitalar pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em Psico-Oncologia pelo A.C. Camargo e em Políticas Públicas pela EMH.
Ao longo da carreira, a psicóloga já atuou no CAPS Infantojuvenil e também em hospitais, entre eles o A.C. Camargo e o Hospital de Clínicas de São Bernardo do Campo. Experiências que, segundo sua trajetória, ajudaram a ampliar o olhar sobre as diferentes realidades enfrentadas por pacientes e familiares e sobre a importância de um atendimento humanizado.
Atualmente, Thais trabalha na Atenção Básica em Pindamonhangaba e também atua como psicóloga clínica, realizando atendimentos on-line. Na prática, isso significa estar em contato com pessoas e histórias bastante diferentes, cada uma com suas dificuldades, emoções e desafios.
E é aí que entra a importância de falar sobre saúde mental sem transformar o assunto em um tabu. Ansiedade, medo, insegurança, conflitos familiares, perdas, mudanças e tantas outras situações fazem parte da vida e podem pesar emocionalmente. Procurar ajuda, portanto, não deve ser visto como sinal de fraqueza, mas como uma forma de cuidado.
Durante a conversa no ‘Fala Mulher’, a experiência de Thais em diferentes áreas da Psicologia ajudou a mostrar justamente essa importância de olhar para o ser humano de maneira integral. Seja no atendimento hospitalar, na saúde pública ou no consultório, ouvir, acolher e compreender a realidade de cada pessoa são passos fundamentais.
Com uma conversa descontraída e acessível, o episódio também reforça que a Psicologia vai muito além daquele velho estereótipo de simplesmente “dar conselhos”. O trabalho envolve escuta, acolhimento, autoconhecimento e a construção de caminhos para que cada pessoa consiga lidar melhor com aquilo que está vivendo.








