O Brasil já teve 38 presidentes (37 homens e 1 mulher).
Sempre foi problema comentar sobre o ocupante do mais alto cargo do país. Em todo caso algumas esquisitices acontecem. Então vamos a elas:
Rodrigues Alves (Valeparaibano de Guaratinguetá) tinha o apelido de “Soneca” porque tinha fama de dorminhoco, já que gostava muito de ficar dentro de casa.
Hermes da Fonseca era considerado um “Pé Frio” e ganhou o apelido de “Urucubaca”. Em seu mandato coincidiu com crise econômica, morte de sua esposa e quando foi a Portugal, eclodiu por lá a queda da monarquia portuguesa.
Costa e Silva não era muito chegado a leitura e criticava quem andava com livros, porque ele dizia que só fazia palavras cruzadas.
Castelo Branco era alvo de piadas por ser baixinho, cabeçudo e “Sem pescoço”.
Eurico Dutra era comentado na imprensa por trocar a letra “C” pela “X” na hora de falar, por exemplo: “Voxê que xabe”. Ele conheceu sua esposa (por coincidência) na casa do avô de um futuro presidente: Fernando Henrique Cardoso. E ela era tão católica que tinha o apelido de Santinha. E por isso (talvez) ele decretou o fim dos jogos de azar e fechou os cassinos do país.
Jânio Quadros proibiu brigas de galo, uso de biquínis nos concursos de beleza e corridas de cavalos de segunda a sexta-feira (só podia nos finais de semana), além de proibir o rock and roll nos bailes.
O Marechal Floriano Peixoto se recusou a receber Prudente de Morais, quando este foi eleito Presidente, talvez por ele ser civil.
Obs.: Naquela época mulher ainda não podia votar.
Fonte: Folha de São Paulo









