
Será que ficou reservado àqueles que, foram crianças num tempo passado?
No inspirado Editoral, deste inicio de semana, Cíntia, a diretora/editora-chefe, nos fez lembrar das brincadeiras no ” Campinho da idosa Vila Nair “… soltando pipas ou “papagaios” como as chamávamos; as empolgantes “peladas,” com bolas de futebol e, ainda na rua próxima, a de “Dr. Matheus Romeiro”, entre as frondosas Árvores das calçadas …brincávamos de uma variedade incontável de divertimentos: queimada, com bolinhas de pano; a linda roda cantada; o “passa-passa passará, quem é o último a ficar”…além da “corrente-que- pega-gente ; amarelinha; pula-corda ( sal/ pimenta / fooogo ); roda-pião, aqueles grandes e coloridos que emitiam um som musical; também o capão ( os saquinhos costurados à mão e recheados de areia )…
Ah! “Escravos de Jó…jogavam caxangá, tira-põe, não deixa ficar … guerreiros com guerreiros fazem zigue-zigue-zá…” e, tantas e tantas outras!!!
“Batatinha-frita 1-2-3
Vira…virou ! ! !”
Nossas crianças, de hoje, ficaram impedidas de sair para suas ruas, afinal o mundo evoluiu muito rapidamente…
Mas, tudo isso, não ficou perdido no Passado, basta que no presente Presente, os pais, os adultos em fim, proporcionem os espaços livres e seguros, existentes nas cidades para tais brincadeiras de crianças…
Sabemos que, nas Escolas esse hábito é comum e faz parte do planejamento, nas atividades recreativas…
Que todos os professores sintam-se compromissados, no resgate de uma Infância Feliz, com brincadeiras que proporcionam o desenvolvimento global de uma criança.
Ainda que haja a integração da tecnologia, nesses momentos, porque a mesma não consiste numa inimiga… porém o controle é necessário para que, passando do limites não venha a prejudicar, desestimulando o contato infantil, com o mundo real.
“Ciranda cirandinha
Vamos todos cirandar…
Vamos dar a meia-volta
Volta e meia, vamos dar…”
Tchau !









