
Se o(a) repórter levar sua profissão a sério, como deve ser levada, ela torna-se bonita, romântica, mas muito dinâmica. Isso porque ele(a) tem que se “intrometer” em todos os assuntos, quer sejam eles dramáticos, como tragédias, agradáveis, como festivais, ou ainda interessantes, como determinados eventos.
Então, como se distingue um bom repórter (o autêntico) de outro, aquele que só espera a ordem do redator-chefe para saber onde ir? Este se acomoda e só vai ao local determinado para cumprir sua obrigação.
Agora, o que tem instinto de repórter, este “corre atrás” das notícias, vai procurá-las seja onde for, sempre sabendo que naquele local há algo interessante para divulgar, e que seja importante para o povo saber e tomar conhecimento do que acontece por este mundo afora.
Esse noticiário pode ser de caráter político, social, policial, sobre o custo de vida, de esportes ou de qualquer outro assunto, desde que seja de interesse para quem vê televisão, lê jornal ou escuta rádio.
Daí a gente sentir que a profissão de repórter é diferente das outras, pois é muito agitada e depende bastante da vontade de quem a abraça. Caso não tenha essa força de vontade, esse ímpeto, essa garra no sentido de informar, é melhor se dedicar a outra profissão, uma que permita à pessoa ficar sentada em um escritório, sem precisar se deslocar de um local para outro, sem hora para chegar ou para sair.
Assim é a verdadeira profissão do Repórter (com R maiúsculo), uma vida dedicada a servir à população.