Diariamente recebemos abraços virtuais, mas o verdadeiro abraço presencial é algo insubstituível.
Pela internet, conseguimos enviar palavras para qualquer lugar do planeta. Porém ainda não foi criada uma tecnologia capaz de reproduzir o peso e a sensação exata de um abraço depois de um dia difícil ou um encontro inesperado.
A fibra óptica não carrega o calor de um ombro amigo!
Afinal talvez seja por isso que as pessoas andam carentes e cansadas sem entender do quê.
O corpo humano não foi feito somente para conexão de Wi-Fi, foi feito também para a presença. Para o afeto concreto.
Veja bem, não estou criticando a era digital, a internet, a culpa não é da internet. Ela também salva distâncias, aproxima famílias.
Mas… onde fica o abraço real?
Existe um tipo de conforto que só acontece quando alguém está junto. Um abraço interrompe uma enxurrada de pensamentos por alguns segundos e lembra o corpo que ele não está sozinho no mundo.
A internet veio para encurtar distâncias geográficas, mas um abraço real continua e continuará sendo a menor distância entre duas pessoas.
Um abraço é um encontro de silêncios, o aconchego que chega na hora certa e sua sensação permanece.
Afinal de contas, quase nunca abraçamos alguém para explicar coisa alguma.
O abraço não argumenta, não debate, não convence. Ele apenas diz: “estou aqui”.
”.
Quando alguém abraça, abai-
xa as próprias defesas por um
instante, o peito fica exposto e o
coração fica mais perto.
Provavelmente seja por isso
que alguns encontros nos trans-
formam tanto. Não pelo que foi
dito, mas pelo modo como fomos
acolhidos.
Perceba o que você sente no
próximo abraço presencial que
receber.









