
Quem disse que aprender precisa ser sempre do mesmo jeito? Em um bate-papo descontraído no podcast Tributeens, o professor Anísio Batista, da Escola Professora Ismênia Monteiro de Oliveira, no bairro Residencial Andrade, falou sobre inovação em sala de aula e mostrou que, para conquistar a atenção dos alunos, nem sempre é preciso contar com grandes recursos. Muitas vezes, uma boa ideia já faz a diferença.
Professor de Língua Portuguesa, Anísio aposta em atividades que colocam o estudante como protagonista. Uma delas é uma simples roleta com o nome dos alunos. A brincadeira vira uma competição e até pode ganhar uma ajudinha da inteligência artificial.
E como funciona? O nome sorteado precisa participar da aula. E não é que funciona?? A atividade tem ajudado até os mais tímidos a perderem o medo de falar e deixou a turma muito mais atenta.
E a inovação não para por aí. No fim da aula, são os próprios alunos que assumem o comando e contam para a turma o que aprenderam. A proposta é fazer com que eles pesquisem, falem, pensem, resolvam problemas e construam seu próprio caminho de conhecimento.
A tecnologia entra como aliada nesse processo. Anísio utiliza ferramentas digitais e inteligência artificial para criar atividades e tornar o ensino mais atrativo.
Um dos destaques foi a Copa das Redações, uma competição inspirada em um campeonato de futebol, com desafios e questões para os alunos. Segundo o educador, a atividade contribuiu para um aumento de 25% no desempenho dos estudantes.
A experiência reforça uma ideia simples: inovação não precisa ser complicada. Pode estar em uma roleta, em um jogo ou no uso consciente da tecnologia. Para Anísio, o professor precisa experimentar, ouvir os alunos e não ter medo de errar. Afinal, uma sala de aula inovadora é aquela em que o estudante deixa de ser apenas espectador e passa a fazer parte do jogo.








