…elas sempre passam pelas nossas mãos!
Por incrível que pareça, há quem, ao se deparar com elas, agarrem-nas pelo “corpo”, ajeitando-as embaixo dos braços ou de encontro ao peito… e, assim, vai levando, vai levando…
As consequências são várias, especialmente uma tremenda dor nas costas!!!
Já soltar essas malas não é coisa fácil, pois, no conteúdo, misturam-se bons momentos com mágoas; tristeza com felicidade… são malas pesadas, cheias de tralhas que carregamos vida afora…
E o pior é que a decisão de largar na primeira parada só cabe a nós mesmos!
Quantas vezes o trem passa e nós o perdemos, porque estamos a perder tempo com detalhes…
Então, o “Jogo do Contente” consiste em descobrir, num fato triste, o pretexto para ficar alegre.
Pollyanna nos ensina isso, no “best seller” do mesmo nome, cuja autora é Eleanor H. Porter… e, se você ainda não leu, vale conhecer!
E, àquele que já conhece, quem sabe seja a hora de reler?
Viver de compensações pode ser uma boa pedida… que tal experimentar?
“O Jardineiro não diz que existe lei na Natureza, pois o que ele planta hoje, não colherá amanhã.”
A perseverança é um desafio que exige aceitação.
“Em se plantando, tudo dá.”
Caminhando contra o vento, sem lenço nem documento, faço voar o pensamento às nuvens do firmamento.
Eu vou… E você? Vem comigo!
As malas?? Pegaremos na volta…
Ah! Dentro delas estarão as versões de: Pollyanna Menina, Pollyanna Moça… e até Pollyanna e a Missão Secreta.
“Em tudo há sempre uma coisa boa para se ser grato, se você procurar o suficiente para descobrir onde está…”









