
A relação de Pedro Elias Chevassu com Pindamonhangaba não se limitou aos trabalhos realizados na cidade. O francês estabeleceu-se no município, onde viveu por muitos anos e constituiu vínculos familiares, deixando descendentes que permaneceram na região.
Essa permanência também aparece documentada na imprensa do século XIX. Em 17 de dezembro de 1875, a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, noticiou sua morte em Pindamonhangaba, vítima de pneumonia tifoide. O jornal registra que Chevassu vivia “há muitos anos” na cidade e que era estimado pela população.
Embora breve, a notícia ajuda a documentar uma trajetória que ultrapassa sua participação nas transformações arquitetônicas daquele período: Chevassu fez de Pindamonhangaba seu lugar de vida, e sua família permaneceu ligada à cidade depois de sua morte.
Fonte: Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, 17 dez. 1875.








