E se soubéssemos que vamos morrer amanhã?
O que faríamos de diferente?
Ou o que jamais teríamos feito?
Teríamos aproveitado mais momentos com os nossos filhos?
Teríamos amado mais?
Qual seria o seu arrependimento no leito da morte?
Uma enfermeira australiana, Bronnie Ware, realizou uma pesquisa com pacientes terminais e concluiu que são cinco os maiores arrependimentos nesse momento da vida: não ter sido fiel a si mesmo, ter trabalhado demais, não ter expressado os próprios sentimentos, não ter cultivado e fortalecido amizades e conexões e não ter se permitido ser feliz.
Um estudo impactante, que nos faz refletir e rever a nossa própria vida. Será que vivemos tentando satisfazer os outros ou sendo fiéis a nós mesmos? Será que temos celebrado a vida e nos permitido momentos de contemplação? Agradecer também não seria um ato de celebração?
Eu sou uma mulher que trabalha demais por ser provedora. Talvez esse tenha sido o meu maior choque ao refletir sobre esse estudo: não tenho passado tempo suficiente com meus filhos como eu gostaria — e como eles merecem. Preciso mudar isso.
E você? Já ligou para aquele amigo de infância hoje? Já disse aos seus pais o quanto os ama? Tem falado sobre seus sentimentos ou tem vivido no automático?
Que tal vivermos uma vida que valha a pena? Substituir tristezas por pequenas alegrias diárias? Mudar hábitos que nos roubam tempo e qualidade de vida?
Que tal viver como se não houvesse o amanhã?
Fica a reflexão.
É preciso saber viver.
Com amor, Daya – Saúde Integrativa








