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Paraquedismo

Parabéns à Regina, do Ministério do Trabalho, e aos alunos da professora Catarina da Escola Municipal Padre Mário Antônio Bonotti (Redentorista), que acertaram o nome da fantasma do museu: Mar-gari-da.

No Proseando de hoje, mais um desafio: Qual paraquedista venceu a prova? Se você souber, envie a resposta para o WhatsApp (12) 98884-4952. A primeira pessoa que responder corretamente receberá um prêmio.

Dizem que, há muito tempo, o Aeroclube de Pindamonhangaba sediou um campeonato de aterrissagem de precisão. A prova consistia em saltar de um monomotor, manobrar os paraquedas e pousar com exatidão sobre um alvo específico no solo.

O aeródromo estava repleto de espectadores. O céu límpido e a biruta, registrando ventos abaixo de dez nós, eram favoráveis para a realização do evento, que prometia miniaturas de monomotores a quem decifrasse letras embaralhadas num painel eletrônico.

Paraquedistas de vários continentes vieram participar, e os finalistas eram: Nolasco, da Espanha; Luís, de Portugal; Tarun, da Índia; e Sibusiso, da África do Sul. A pilotagem do Cessna 182 cabia ao pindamonhangabense Gavião Fumaça.

Antes de embarcarem, os finalistas conferiram os paraquedas (principal e reserva), ajustaram o arnês e testaram o DAA — Dispositivo de Abertura Automática. Com a segurança dos paraquedistas garantida, Gavião Fumaça taxiou na pista, ganhou velocidade e decolou.

Sob aplausos da plateia, o monomotor ganhou altura. Ao atingir 10 mil pés, o primeiro competidor saltou, arriscou acrobacias, abriu o paraquedas e, instantes depois, tocou o solo, ligeiramente distante do alvo.

O segundo competidor saltou com os braços abertos, rodopiando no ar. Instantes depois, acionou o paraquedas, que não abriu. Felizmente, o DAA acionou o reserva e impediu a tragédia; porém, em razão do problema, o competidor se perdeu nas manobras e não atingiu o objetivo.

O terceiro paraquedista foi conservador: saltou, fez manobras suaves e pousou no centro do alvo; mas, infelizmente, perdeu o equilíbrio e caiu.

O quarto concorrente saltou, abriu o paraquedas e ziguezagueou no ar. Fez manobras arrojadas e pousou os calcanhares com perfeição no alvo.

Enquanto a plateia ovacionava os concorrentes, os juízes registravam suas notas. Com o resultado em mãos, o organizador do evento anunciou: “Quem NÃO ganhou a competição foi…”, e apontou para o painel luminoso:

ISBUSISO RUNLASCO

Se Isbusiso Runlasco perdeu a competição, quem ganhou?

Proseando

Maurício Cavalheiro
Maurício Cavalheiro
Membro da Academia Pindamonhangabense de Letras, da UBT União Brasileira de Trovadores e da ABRASSO Academia Brasileira de Sonetistas. Finalista do Prêmio Barco a Vapor – 2024 e do 1º Prêmio Bem-te-vi de Literatura para a Infância – 2025. Possui prêmios literários no Brasil e no exterior, e livros publicados nos gêneros poesia, infantil, romance, teatro, contos e cordel. Insta: @mc_cavalheiro @mauricio_cavalheiro_escritor @proseando_mauricio_cavalheiro
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