
Por Juraci de Faria Condé
- Como você, Guilherme, se apresentaria aos leitores do jornal Tribuna do Norte?
Sou Guilherme Balarin, tenho 42 anos, resido em Pindamonhangaba, interior de São Paulo. Formado em Publicidade e Propaganda, sou empresário, escritor, fotógrafo amador e membro da Academia Pindamonhangabense de Letras.
- Quando e como você começou a escrever? Teve alguma influência: pais? professores? escritores?
Lembro que comecei, mesmo, em 1997. Estava na 7ª série do Ensino Fundamental. No início escrevia apenas poemas. Só depois, lá pra meados dos anos 2000, que comecei a escrever prosa. Não me lembro de uma influência direta. Eu sempre gostei muito de histórias. Gostava bastante das aulas de literatura e redação. Aí foi muito bom quando “descobri” que poderia criar minhas próprias histórias.
- Seus livros publicados? Gêneros? Ano de publicação?
Meus livros publicados são: CRITISIAS e outras ias (poemas, 2004); LITERALMENTE INSANO (poemas, 2012); DAS COISAS (poemas, 2019); ENTRE MONÇÕES (haicais, 2023); A BÍBLIA DE CERA E OUTROS CONTOS (ebook de contos, 2024); GATARIA (ebook de contos, 2025).
- Livro de contos que está sendo lançado em 2026? Principais temáticas? Data do lançamento?
Este livro que estou lançando é o COMO NOSSOS PAIS. Livro de contos curtos na temática de relacionamentos familiares, principalmente de pais e filhos. O lançamento do livro acontecerá durante a próxima sessão solene da Academia Pindamonhangabense de Letras, no dia 27 de março, às 19h30, no Auditório do Palacete 10 de Julho, à Rua Deputado Claro César, 10.
- Suas dicas para estimular a leitura das novas gerações?
Começo dizendo para as pessoas responsáveis por alguma criança: antes de tudo, leia você. Dê o exemplo. Deixe a criança ver você lendo. Segundo: leia para a criança na hora dela dormir. Leia para ela, sempre que possível. Terceiro: dê livros de presente e deixe que a criança veja você dando livros de presente.
E eu sempre digo que os clássicos são importantes, sim. Porém, para uma criança ou adolescente, a escola não deveria começar pedindo tais leituras. Ao invés de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, peça leitura de um Harry Potter, ou algo mais contemporâneo e que tenha caído nas graças da moçada. Começando com livros de leitura mais leves e fáceis, é mais provável o jovem pegar gosto pela leitura do que “ter que ler” um clássico de leitura densa e complexa que ele vai achar chato e vai criar ranço de leitura.
E quando o jovem tomar gosto, ele vai dar saltos maiores e, aí, sim, começar a ler clássicos ou livros que exijam uma leitura mais atenta e/ou madura.








