
Criado a partir de um projeto de resgate de animais vítimas de tráfico e comércio ilegal, o espaço foi aberto ao público em janeiro de 2021 com uma proposta diferenciada: unir informação, conservação e contato direto com os animais.
Diferente de zoológicos tradicionais, o Selva Viva aposta na proximidade entre visitantes e espécies resgatadas, sempre com acompanhamento de monitores. Logo na chegada, o público assiste a um vídeo introdutório sobre o projeto e, em seguida, participa de apresentações guiadas, nas quais animais são levados ao palco enquanto especialistas explicam suas origens, hábitos e habitats — abrindo espaço para perguntas e interação.
Interação é o grande destaque
O ponto alto da visita é justamente a possibilidade de interação. Entre as atividades mais procuradas está o “Mundo Animal”, realizado em um auditório com capacidade limitada e duração de cerca de 45 minutos. A experiência, paga à parte, apresenta dois animais que variam conforme a programação.
Outras atrações incluídas no ingresso também chamam a atenção, como o “Ponto Animal”, onde visitantes podem tocar espécies como cobra do milho, jabuti, gambá e lagarto dragão barbado, sempre sob orientação. Já na “Árvore da Vida”, insetos e anfíbios são apresentados em recipientes transparentes — e, no caso dos não peçonhentos, o público pode segurá-los.
Entre os animais que despertam curiosidade estão sapo-cururu, escorpiões, aranhas, bicho-folha e a exótica barata de Madagascar. Além do Rei Gelado, uma cobra píton albina que pesa mais de 12 quilos e encanta os visitantes, sejam grandes ou pequenos.
O projeto Selva Viva possui um espaço enorme e que reúne uma variedade significativa de espécies e ambientes distribuídos em diferentes níveis: o térreo com aves, mamíferos, auditório e tanque com jacarés, já o primeiro andar com insetos, anfíbios e um grande formigueiro com paredes de vidro; o nível inferior com área dedicada aos répteis; e área anexa, com exposições temáticas como o “Vale dos Reis”, sobre o Egito antigo; e o “Jurássico Selva Viva”, que parece cena de filme; e o museu, com muitos fósseis e esqueletos de animais.
Entre os destaques estão flamingos, lêmures, suricatos, onça pintada e apresentações com animais exóticos, que podem incluir desde cobras até espécies como bicho-preguiça.
O projeto funciona aos fins de semana e feriados, com ingressos vendidos na bilheteria local ou pela plataforma Sympla. A programação varia frequentemente, e a recomendação é acompanhar os horários e atividades pelas redes sociais oficiais: @projetoselvaviva, em que também são divulgados os trabalhos de resgate e reabilitação de animais.








