É geral
O universo está sem controle, desalinhado. Guerras, tempestades, intolerância, destemperança… e por aí vai.
Como manter a saúde mental diante dessa avalanche de informações a que somos bombardeados e submetidos a cada passo, a cada movimento, desde o momento em que abrimos os olhos até o instante em que os fechamos, buscando o merecido descanso nos braços de Morfeu?
E aí surge outro desafio: o próprio ato de dormir, será que alguém, neste planeta, pode dizer que tem um sono de qualidade todos os dias?
No milênio passado, a ciência dizia: “Idosos dormem menos, é fisiológico”. Hoje, o que se apresenta para todos nós é a necessidade de correr atrás da vida ou melhor, de qualidade de vida e bem-estar.
Mesmo os jovens, antes tidos como dorminhocos, parecem incapazes de relaxar. Pergunte a qualquer um: quantos conseguem dormir de dez a doze horas seguidas? “Impossível”, dizem.
Eles precisam trabalhar, estudar, fazer esporte, participar ativamente da fé que professam seja ela qual for, e ainda se capacitar com MBAs, intercâmbios, PHDs… Ufa!
Com tudo isso dito, volto à pergunta inicial: como encontrar o controle? Como achar o cerne, o equilíbrio interior, a tão sonhada paz de espírito?
“Corpo são, mente sã”, já dizia a filosofia. Quem sou eu para dizer o que é bom ou ruim. Sou uma poeira no universo como cada um de nós é.
Li certa vez que Roger Federer só se tornou o mito do tênis que conhecemos porque conseguiu, a duras penas, administrar o seu interior.
Cada ser humano pode, deve e precisa encontrar essa fórmula mágica para seguir vivendo. Sigamos nessa busca. Viva a vida.









