
Pindamonhangaba se preparava para comemorar um marco histórico: no dia 10 de julho, a cidade completaria 300 anos de emancipação política — e o Carnaval seria o grande responsável por abrir as festividades.
Para homenagear o município, seis escolas de samba prometiam um verdadeiro espetáculo na avenida, levando ao público histórias, lendas e tradições locais. Além delas, a festa contaria ainda com a participação de quatro blocos carnavalescos, reforçando o clima de celebração e identidade cultural.
Mesmo com um tema comum, os dirigentes das escolas garantiam que a criatividade falaria mais alto. “Vejo a medida como positiva. Cada escola está usando a criatividade para abordar a história de Pindamonhangaba por ângulos diferentes. Quem for para a avenida, além de se divertir, terá uma verdadeira aula de história”, destacou Ocimar Barbosa, da escola Tradição Fiel Pindamonhangaba.
Já estavam inscritas as escolas Embaixada do Morro, Acadêmicos Amigos do Samba, Mocidade Unida, Acadêmicos Verde e Rosa, Clube Atlético Pindense e Tradição Fiel Pindamonhangaba.
Entre os blocos confirmados, apareciam Rasga, Los Beudos, Batatão e Chacrinha.
A programação ia além dos desfiles. O presidente da comissão organizadora do Carnaval, Mauro Garakis, também anunciava atividades especiais, como matinês para crianças e um animado Carnaval de marchinhas voltado à terceira idade, garantindo festa para todas as gerações.








