
Colaboração: Gisele Godoi
A onda de forte calor acende um alerta importante para a saúde da população.
Quando a temperatura do ambiente se aproxima ou ultrapassa a do corpo humano, em torno de 36,5 graus, os riscos aumentam e muito.
Com o calor intenso, o corpo reage dilatando os vasos sanguíneos e perdendo líquidos pelo suor. Isso reduz a quantidade de água no sangue e faz com que o coração precise trabalhar mais para manter a pressão arterial.
O resultado pode ser aumento da frequência cardíaca e sintomas como tontura, fraqueza, visão escurecida, sensação de desmaio e mal-estar. Em casos mais graves, o calor excessivo pode contribuir para taquicardia, infarto ou AVC.
A desidratação é um dos principais perigos. Fique atento a sinais como boca seca, pouca urina, irritabilidade, tontura e queda de pressão.
E a atenção deve ser redobrada para os grupos mais vulneráveis: idosos, crianças menores de dois anos e pessoas com doenças cardiovasculares, pois o risco de complicações nesses casos é ainda maior.
Dicas importantes
Segundo especialistas, a orientação é simples, mas essencial: beba água com frequência, mesmo sem sentir sede.
Evite bebidas alcoólicas e dê preferência a alimentos leves, frutas e verduras.
Sempre que possível, permaneça em locais frescos e bem ventilados, use roupas leves e evite exposição direta ao sol nos horários mais quentes do dia.
Ambientes fechados e com grande aglomeração, como shows e jogos de futebol, devem ser evitados durante períodos de calor extremo.
Em dias muito quentes, respeite seus limites e, ao primeiro sinal de mal-estar, procure um local fresco e ajuda médica.








